DINÂMICAS DE ENSINO-APREDIZAGEM - PARTE UM
(Coletânea retirada de diversos sites da internet e livros de didática)
Atenção: selecione com cautela a dinâmica a ser usada, respeitando os usos e costumes de sua igreja.
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01. RODA VIVA
Objetivos:
1- Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa.
2-Envolver a todos do grupo no debate.
3-Falar sobre o que cada um sabe a respeito de um assunto.
4-Saber expor e ouvir.
Passos:
1- Fazer dois círculos, um de frente para o outro, de pé.
2- O círculo de dentro fica parado no lugar inicial e o círculo de fora gira para a esquerda, a cada sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo.
3- Cada dupla fala sobre o assunto colocado para reflexão, durante dois minutos, sendo um minuto para cada pessoa.
4- O Círculo de Fora vai girando até chegar no par inicial.
5- Depois deste trabalho, realiza-se um plenário, onde as pessoas apresentam conclusões, tiram dúvidas, complementam idéias.
6- Complementação do assunto pelo coordenador.
Observações:
1- O assunto deve ser preparado pelo coordenador, com antecedência.
2- Os participantes do grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobre o assunto.
Avaliação:
- O que descobrimos sobre o assunto?
- Como nos sentimos durante a dinâmica?
- O que foi positivo?
- Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?
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02. COCHICHO
Objetivos
1- Levar todos do grupo a participar de uma discussão.
2- Colher opiniões e sugestões de um grupo, e sondar-lhes os interesses.
3- Criar uma atmosfera informal e democrática durante um estudo, debate.
4- Dar oportunidade para a troca de idéias dentro de um grupo.
5- Ajudar as pessoas a se libertarem das suas inibições.
6- Obter rapidamente idéias, opiniões e posições dos participantes de um grupo.
Componentes:
1- Coordenador: orientar e encaminhar o trabalho
2- Secretário: anota no quadro ou papelógrafo, as idéias dos participantes
3- Público: participantes do grupo.
Passos
1- coordenador expõe de forma clara uma questão, solicitando idéias do grupo;
2- Coordenador divide o grupo de 2 em 2 ou 3 em 3 (depende do número de participantes do grupo)
3- Formados os grupos, passam a trabalhar. Cada grupo tem 2, 3 ou 4 minutos para expor suas idéias, sendo um minuto para cada participante.
4- Uma pessoa de cada grupo expõe em plenário,. a síntese das idéias de seu grupo.
5- O secretário procura anotar as principais idéias no quadro, ou num papelógrafo.
6- O coordenador faz um comentário geral, esclarece dúvidas.
7- Alguém do grupo pode fazer uma conclusão.
Avaliação
1- O que aprendemos?
2- O que descobrimos em relação ao grupo?
3- O que precisamos aprofundar sobre este assunto?
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03. ENTREVISTA
Objetivos
1- Obter conhecimentos, informações ou mesmo opiniões atuais a respeito de um tema.
2- Utilizar melhor os conhecimentos de um especialista sobre o tema.
3- Obter mais informações em menos tempo.
4- Tornar o estudo de um tema, mais dinâmico.
Componentes:
1- Coordenador (O próprio coordenador do grupo)
2- Entrevistado (Pessoa versada no tema de interesse do grupo)
3- Auditório (os demais participantes do grupo)
Passos:
1- coordenador apresenta em breves palavras, um tema, deixando várias dúvidas sobre o mesmo. (proposital)
2- Coordenador levanta com o grupo, a possibilidade de completar o conhecimento através de entrevista junto a pessoas que são estudiosas do assunto.
3- O grupo define o entrevistado.
4- O grupo, orientado pelo coordenador prepara as perguntas para a entrevista.
5- Convite ao entrevistado
6- Representante do grupo faz as perguntas.
7- Auditório vai registrando as respostas.
8- Coordenador possibilita comentários sobre as respostas dadas pelo entrevistado.
9- Coordenador faz uma síntese de todo o conteúdo.
10- Discussão sobre o assunto.
11- Grupo (auditório) apresenta verbalmente, suas conclusões.
Avaliação
1- Para que serviu a dinâmica?
2- O que descobrimos através de entrevista?
3- O que gostaríamos de aprofundar sobre o assunto?
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04. DRAMATIZAÇÃO
Objetivos
1- Criar condições para a participação psicológica em uma discussão.
2- Pesquisa um assunto e apresentá-lo, simuladamente.
3- Libertar a discussão da centralização numa pessoa
4- Facilitar a comunicação mostrando ao invés de apenas falar.
5- Dar calor e vida aos fatos estudados.
6- Comprovar as diversas formas de encarar uma situação-problema.
7- Desenvolver a sensibilidade
Componentes
1- Diretor de cena: Promove discussão, esforçando-se para que todos participem dela.
2- Atores: Membros do grupo
3- Auditório: Outros membros da comunidade
Passos
1- Preparo
1.1- Estudo do tema: pesquisa, debate, etc
1.2- Prepara-se o assunto a ser dramatizado
1.3- Define-se personagens e suas características
1.4- Prepara-se os atores
1.5- Prepara-se o cenário
1.6- Prepara-se disfarces, etc.
2- Representação
3- Discussão
3.1 Atores avaliam a apresentação, destacando impressões, animação, envolvimento, relações, aprendizagem, dificuldades.
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05. JORNAL FALADO
Objetivos
1- Organizar informações sobre um determinado assunto
2- Desenvolver a expressão oral, o raciocínio, o espírito de cooperação e socialização.
3- Sintetizar idéias e fatos.
4- Transmitir idéias com pronúncia adequada e correta.
Passos:
1- Formar pequenos grupos.
2- O coordenador apresenta o tema para estudo, pesquisa.
3- Cada grupo pesquisa e estuda o tema.
4- Cada grupo sintetiza as idéias do tema.
5- Elaboração das notícias para apresentação, de forma bastante criativa.
6- Apresentação do jornal ao grupão.
Avaliação
1- Quais os momentos que mais nos agradaram?
2- Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?
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06. CHOQUE DE CULTURAS
Objetivos:
1- Refletir as diferenças e riquezas culturais.
2- Valorizar e respeitar as diferentes culturas.
3- Perceber a cultura como dimensão de tudo o que se faz em cada grupo humano.
4- Perceber a cultura como a identidade de um povo.
Passos
1- Dividir o grupo em três sub-grupos. Um subgrupo vai encenar uma tribo indígena chegando a cidade. Outro subgrupo encena um grupo de operários chegando a uma tribo indígena. O terceiro subgrupo será observador e avaliador das encenações.
2- O coordenador orienta com antecedência o subgrupo "indígena" e o subgrupo "operários" para pesquisarem sobre os custumes, hábitos e relações sociais de cada do grupo humano que vai representar.
3- Enquanto os dois subgrupos se preparam, o coordenador orienta o subgrupo que vai observar e avaliar as encenações.
4- Em primeiro lugar, a tribo indígena encena sua chegada à cidade. Não conhecem as formas de nossas cidades, estranham tudo, até as coisas mais simples, e não percebem os riscos das mais perigosas.
5- Em segundo lugar, os operários chegam a uma tribo indígena, ignorando toda a sua realidade.
6- Debate
- O que observamos?
- O que pode ocorrer no confronto (choque) de duas culturas diferentes?
- Como analisamos a colonização do Brasil, a partir da encenação?
- Quais as consequências para nós, hoje?
- refletir as encenações à luz dos textos: Mt. 7,1-15 e Is. 10,1-4.
7- Coordenador procura sintetizar o debate.
8- Avaliação:
- O terceiro subgrupo avalia o trabalho, emitindo opiniões.
Avaliação
1- O que aprendemos?
2- Como nos sentimos?
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07. SOCIODRAMA
Objetivos
1- Refletir e comunicar um problema.
2- Desenvolver a sensibilidade para problemas vitais.
3- Conscientizar-se sobre atitudes positivas ou negativas diante de problemas vitais.
Passos
1- Escolher um coordenador para dirigir o trabalho.
2- Escolher com o grupo um fato real, concreto, próximo à vida do grupo. Um fato atraente e que apresente algum conflito. Cada um pode contar um fato. Depois o grupo escolhe o mais atraente.
3- Definir o gênero (na arte dramática há dois gêneros básicos: a tragédia e a comédia)
4- Construir a história. O grupo já tem um fato inspirador. Agora é preciso construir uma história. Dependendo do tema do fato, pode-se fazer pesquisas.
5- Caracterizar os personagens: ao construir a história, é bom já ir definindo os personagens principais. É preciso deixar claro as características de cada personagem na representação (ex.: dominante, astuto, bobo, brincalhão, paternalista, etc). Observação: Não há necessidade de muitos personagens em um sociodrama.
6- Armar o roteiro: É preciso ordenar as cenas das história. Definir bem o que acontece em cada cena e os personagens que vão atuar nela. Cada personagem ensaia o seu papel.
7- Organizar a apresentação: Preparar o cenário, os disfarces para os personagens, o fundo musical..
8- Realizar o sociodrama, fazendo os espectadores participarem. Dialogar com os espectadores, reconstruindo a história, analisando a história, levantando propostas para mudar o quadro.
Avaliação
1- Como nos sentimos?
2- Que ensinamentos podemos tirar da experiência?
3- Do que mais gostamos?
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08. A PALAVRA QUE TRANSFORMA
Objetivo: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.
Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
Desenvolvimento : · Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós. ·
Dê um objeto para cada pessoa. ·
Colocar 1º a bolinha de isopor na água. ·
Refletir : o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus ? Somos também impermeáveis ? ·
Mergulhar o giz na água. ·
Refletir : o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós? · Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda a água que ele e encheu. · Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo.
E nós ? · Mergulhar a esponja e espremer a água. · Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada.
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09. DUAS MÁSCARAS
Material: Folhas em branco, Canetas ou hidrocor,Barbante de 50 cm, Tesoura.
Desenvolvimento : Cada participante recebe um folha em branco. Em cada lado da folha desenha uma máscara e escreve :
Lado 1 : Aquilo que acha que é. ( alegre, triste, feio, bonito. ) ( Como me vejo )
Lado 2 : Escreve como os outros me vêem. ( 3 aspectos como os outros me vêem. )
Colocar a máscara no rosto do lado "como me vejo". Circular pelo ambiente lendo o que está escrito na máscara dos outros e deixando que as pessoas leiam o que está escrito na sua.
Após um tempo, mede-se o lado da máscara e continua a circular, se conhecendo.
Partilhar em grupo como cada um acha que é, o que os outros acham, etc...
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10. LUZ DO MUNDO
Duração: aprox. 20 min;
Material: uma vela para cada participante, ambiente escuro (ideal se for feito à noite ou em sala que possa ter as janelas fechadas), fósforo ou isqueiro, pedaços de papel, lápis ou caneta., durex ou barbante.
Desenvolvimento: Sentados em circulo, sugerir que fechem os olhos e façam uma oração silenciosa, por alguns minutos; enquanto isso apague as luzes do ambiente. Comentar sobre a escuridão do ambiente, se é confortável ficar assim sentado no escuro, o que eles fazem quando acaba a luz. O coordenador acende uma vela e lê o texto de Mateus 5. 14-16
Perguntas: O que quer dizer este texto? Adianta eu acender esta vela e colocá-la atrás de mim? (coloque a vela acesa atrás de vc) Melhora se eu colocar a vela a minha frente e mais para o alto? (mostre a vela) E se cada um de nós tivesse uma vela, ficaria mais claro? O coordenador levanta e dá a cada participante uma vela, mas não acende.
Ficou mais claro? Não, por que? O que falta? Cristo disse que ele era a luz do mundo, de que luz ele está falando? Ele quer iluminar os cantos escuros do mundo, como? Através de sua Palavra, de seu amor, de sua morte na cruz. O coordenador sugere que cada um acenda a vela do seu vizinho dizendo algo sobre Cristo e ele começa colocando
a chama de sua vela na do vizinho do lado (atenção com os cabelos e com pingar cera derretida sobre as pernas), dizendo algo como: "Cristo te ama" ou "Jesus quer que você seja Luz do Mundo", cada participante deve fazer o mesmo, com o vizinho ao lado, falando uma frase diferente. Agora ficou mais claro o nosso ambiente, claro com a luz de Cristo. E o que Cristo diz desta luz, ela deve ficar escondida? O que nós devemos fazer com esta luz? Deixar um
momento de reflexão e oração; acender as luzes da sala e apagar as velas. Pedir que falem sobre o que pensaram e sugerir uma atividade para levar a luz de Cristo para outros: Escrever num pedaço de papel o versículo e a frase que lhe foi dita ao acender a vela. atar o papel à vela, com durex ou barbante (de forma que possa ler o escrito);presentear esta vela aos pais ou a um amigo.
Leituras complementares: Jo 8.12; I Pe 2.9; I Jo 1.7; At 13.47; II Co 4.6; Ef 5.8; Ef 5.13: I Jo 2.9; Jo 8.12.
Outras reflexões: O que eu devo fazer para nao perder a luz de Cristo na minha vida?
O que eu devo fazer para transmitir a luz de Deus aos outros?
Essa luz tem mostrado os meus erros e me ajudado a ser uma pessoa melhor?
Quando a minha luz acaba eu busco mais luz de Deus ou eu nao percebo que a luz acabou?
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11. AUTO CONFIANÇA
Material: Venda para os olhos.
Desenvolvimento : Formar duplas com todo o grupo.
Em cada dupla, uma pessoa é vendada e a outra a conduz para dar um passeio fazendo-a passar por situações diversas ( se possível ) Escadas, por meio de cadeiras.
Depois de alguns minutos, inverter os papéis.
No final, fazer uma avaliação : Como foi a experiência, como se sentiu?, como foi ser conduzido?, como foi conduzir?
"Devemos nos entregarmos nas mãos de Deus sem medo, deixar Deus nos conduzir."
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12. DINÂMICA DO NÓ
Material: Não é necessário
Desenvolvimento : Os participantes de pé, formam um círculo e dão as mãos. Pedir para que não se esqueçam quem esta a seu lado esquerdo e direito.
Após esta observação, o grupo deverá caminhar livremente. a um sinal do animador o grupo deve para de caminhar e cada um deve permanecer no lugar exato que está. Então cada participante deverá dar a mão a pessoa que estava a seu lado (sem sair do lugar, ou seja, de onde estiver ) mão direita para quem segurava a mão direita e mão esquerda para quem segurava a mão esquerda. (como no início )
Com certeza, ficará um pouco difícil devido a distância entre aqueles que estavam próximos no início, mas o animador tem que motivar para que ninguém mude ou saia do lugar ou troque o companheiro com o qual estava de mãos dadas.
Assim que todos estiverem ligados aos mesmos companheiros, o animador pede que voltem para aposição natural, porém sem soltarem as mãos e em silêncio. ( O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial, movimentando-se silenciosamente.) Se após algum tempo não conseguirem voltar a posição inicial, o animador
libera a comunicação.
Enfim, partilha-se a experiência vivenciada. (destacar as dificuldades. )
Obs : Sempre é possível desatar o nó completamente, mas quanto maior for o grupo, mais difícil fica. Sugerimos que se o grupo passar de30, os demais ficam apenas participando de fora.
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13. ROLA BOSTA
A reunião do grupo (um grupo com 2 anos de caminhada, mas ainda na fase da nucleação, com membros em média de 15 a 16 anos) não foi muito positiva, vários membros não prestaram atenção, a discussão foi monopolizada
varias vezes pela coordenadora, no entanto essa brincadeira mudou muito o humor de alguns participantes
Trata-se do "Rola Bosta", uma dinâmica ou jogo comunitário que serve como lazer ...
1. Os participantes são colocados em um semi-círculo.
2. É estabelecida uma hierarquia dessas pessoas (por exemplo): na Igreja:[pastor, presbítero, etc.. até o Rola-Bosta, que é o último]
3. Começa-se assim - O Pastor (se utilizarmos a hierarquia da Igreja) dá inicio ao jogo dizendo: "O Pastor passou vistoria na Igreja e sentiu falta do diácono. A pessoa que está como diácono levanta-se (por estar num cargo
abaixo do pastor) e diz: O diácono nao falta. Quem falta é o Rola-Bosta... O Rola-bosta se levanta (por estar abaixo do diácono) e diz: O rola-bosta nao falta, quem falta é o zelador. O zelador diz (nao se levanta, por estar
acima do rola-bosta) e diz: "zelador nao falta. quem falta é o..." e assim por diante, sempre prestando atenção para tomar cuidado com a hierarquia. Se um membro erra ao se levantar, ou por nao se levantar, ou por engasgar,
ameaçar levantar, essa pessoa vai imediatamente para o lugar do Rola-Bosta,o que torna o jogo dinâmico, e que também as pessoas devam memorizar a ordem dos cargos.
Bem, como falei, fiquei surpreso com o efeito dessa brincadeira, que resolvi chamar de dinâmica pois ao final tomamos como lição do jogo:
"É necessário estarmos preparados para ouvir e falar claramente, para uma boa dinâmica de grupo."
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14. O BONECO
Objetivo: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.
Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
Descrição:
· Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois o vidro de remédio e por último a esponja.
· Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós. Dê um objeto para cada pessoa.
· Colocar 1º a bolinha de isopor na água.
· Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus? Somos também impermeáveis?
· Mergulhar o giz na água.
· Refletir: o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós?
· Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda a água que ele se encheu.
· Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros,
mas sem guardar nada para si mesmo. E nós ?
· Mergulhar a esponja e espremer a água.
· Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela
continua molhada.
· ILUMINAÇÃO BÍBLICA : Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,16
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15. TRINTA SEGUNDOS
- Participantes: 10 a 30 pessoas
- Tempo Estimado: 30 minutos
- Modalidade: Debate.
- Objetivo: Estimular a participação de todos por igual nas reuniões e evitar interrupções paralelas.
- Material: Nenhum.
- Descrição: O coordenador apresenta um tema a ser discutido pelo grupo. Baseado neste tema, cada integrante tem trinta segundos para falar sobre o assunto apresentado, sendo que ninguém, em hipótese alguma, pode ultrapassar o tempo estipulado, ao mesmo tempo em que os outros integrantes devem manter-se em completo silêncio. Se o
comentário terminar antes do término do tempo, todos devem manter-se em silêncio até o final deste tempo. Ao final, a palavra o tema pode ser, então, debatido livremente. O coordenador também pode desviar, utilizando como tema, por exemplo, "saber escutar e falar", introduzir questões como:
* Sabemos respeitar e escutar (e não simplesmente ouvir) a opinião do outros?
* Conseguimos sintetizar nossas opiniões de maneira clara e objetiva?
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16. TROCA DE UM SEGREDO
- Participantes: 15 a 30 pessoas
- Tempo Estimado: 45
- Modalidade: Problemas Pessoais.
- Objetivo: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.
- Material: Lápis e papel para os integrantes.
- Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algum problema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente.
Deve-se recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer
comentários ou perguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas.
Possíveis questionamentos:
- Como você se sentiu ao descrever o problema?
- Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?
- Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?
- No seu entender, o outro compreendeu seu problema?
- Conseguiu por-se na sua situação?
- Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?
- Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?
- Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?
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17. ABRA O OLHO MEU IRMÃO
- Participantes: 7 a 30 pessoas
- Tempo Estimado: 20 minutos
- Modalidade: Visão da Sociedade.
- Objetivo: Tomar consciência da luta desigual que enfrentamos em nossa sociedade.
- Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete.
- Observação: Possíveis leituras do Evangelho - Mc 10, 46-52 ou Lc 24, 13-34.
- Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um
dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para
defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc.
Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos
olhos daqueles que não enxergam?
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18. AFETO
- Participantes: 7 a 30 pessoas
- Tempo Estimado: 20 minutos
- Modalidade: Demonstração de Afeto.
- Objetivo: Exercitar manifestações de carinho e afeto.
- Material: Um bichinho de pelúcia.
- Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho, afeto, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a
fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da esquerda. Por último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.
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19. ESCRAVOS DE JÓ
- Participantes: Quantas pessoas quiserem .
- Tempo Estimado: indeterminado .
- Modalidade: Ação coletiva .
- Objetivo: Desenvolver uma preocupação coletiva para que todos acertem senão o objetivo não será alcançado porquê todos os integrantes do grupo são importantes na execução de uma tarefa .
- Material: Um pé do próprio calçado do participante e um lugar onde possa formar um círculo de acordo com o número dos participantes .
- Descrição: O ANIMADOR explicará sobre esta antiga brincadeira de passar o objeto ( no caso o calçado ) de acordo com a letra da música: "Escravo de jó/Jogava cachangá/Tira/Põe/Deixa ficar/Guerreiros com guerreiros fazem/Zig-Zig-Zá/Guerreiros com guerreiros fazem/Zig/Zig/Zá"
Os participantes deverão retirar um de seus calçados, formarem um círculo agachados, colocarem o calçado em frente de si mesmos e quando começar a música todos deverão passar simultaneamente e compassadamente os calçados para o seu respectivo vizinho no sentido anti-horário até quando falar "Cachangá" . Quando falar "tira" todos os participantes deverão pegar o calçado e levantar, quando falar "Põe" deverão abaixar o calçado na sua
própria frente . Quando falar "Deixa ficar" todos deverão largar o calçado em suas frentes e fazer o gesto simbólico de "fica aí" . De "guerreiros" até "fazem" volta a passar o calçado para o vizinho no mesmo sentido anti-horário e na parte "zig/zig/zá" simultaneamente todos pegam o calçado sem soltá-lo colocam na frente do vizinho, volta na sua frente e deixa na frente do vizinho, isto tudo de acordo com o ritmo da música .
Possíveis questionamentos:
- Certamente, quanto mais participantes todos perguntarão porquê não conseguem terminar a música com todos acertando a dinâmica ?
- Você poderá questionar se alguns só faziam a sua parte ou se além da sua parte orientavam seus vizinhos para não errarem !
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20. COMPRIMIDO PARA A FÉ
Material a ser usado: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)
Utilidade pastoral: Nós, Templo do Espírito Santo. A graça de Deus na vida do cristão.
1. Colocar três copos com água sobre a mesa.
2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com água.
4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.
5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.
6. Pedir que os participantes digam o que observaram.
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21. COMUNICAÇÃO GESTICULADA
- Participantes: 15 a 30 pessoas
- Tempo Estimado: 30 minutos
- Modalidade: Comunicação Gestual.
- Objetivo: Analisar o processo de comunicação gestual entre os integrantes do grupo.
- Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para serem representados através de mímicas.
- Descrição: O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através de mímicas (sem qualquer som) o que está representado nas fichas, cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto.
Os demais integrantes devem procurar adivinhar o que foi representado. Em seguida, deve-se comentar a importância da comunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano, bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que juntos possam até mesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam ou desejam fazer.
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22. CONHECENDO MELHOR O GRUPO
- Participantes: 7 a 15 pessoas
- Tempo Estimado: 20 minutos
- Modalidade: Objetivos Individuais.
- Objetivo: Compreender os objetivos individuais e sua relação com o grupo.
- Material: Lápis e papel para os integrantes.
- Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que se deseja realizar no decorrer da vida.
- Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). Então, cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Após trinta segundos o
coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado. Dentre as conclusões a serem analisadas pelo coordenador pode-se citar:
* Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;
* Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;
* O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los;
* Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas;
* Outros
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23. EVANGELHO EM PEDAÇOS
- Participantes: 10 a 15 pessoas
- Tempo Estimado: 30 minutos
- Modalidade: Leitura da Bíblia e Debate.
- Objetivo: Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia.
- Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.
- Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo. Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debate sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.
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24. PÃO EM TODAS AS MESAS
Grupo Alvo: Com mais de um ano e meio de encontros.
Tempo: a dinâmica é para 1h30min,
Material: Um prato (plástico), pão e 1 uma cadeira.
Objetivo: Despertar consciência. Analisar a distribuição bens. Criar solução para as desigualdades. Companheirismo. Criar meios para que todos tenham acesso a Vida em Abundância. A tudo que é necessário para termos vida em
plenitude, livre de toda e qualquer exploração. E esse meio tem que partir da ação junto com o Divino, para assim discernimos o que é certo e errado. Esse mecanismo que dará acesso tem que ser um mecanismo fixo, para que todos independente de cor, sexo, religião, etc tenham acesso. Caso seja um mecanismo móvel, onde somente algum sejam detentores do mecanismo, criasse ai um monopólio, e o ciclo mercenário contínua.
A dinâmica: Pega-se o prato, coloque um pão dentro e deixe o prato em um lugar (telhado da casa, árvore etc. Obs. Fazer isso antes de começar a reunião) bem alto onde somente uma pessoal pode pega-lo utilizando-se da
cadeira (o dominador). Ninguém mais pode usar outra cadeira. A cadeira representa o poder, o dinheiro. Somente com a cadeira é possível ter acesso ao pão de cada dia. Se não temos a cadeira, significa que não temos acesso
ao pão. Então precisaremos criar um forma para que tenhamos acesso também ao pão.
Iniciamos a reunião com a leitura de João 10, 10-11: 10 O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. 11 Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
Em seguida o coordenador comenta sobre o que é ter vida em abundância. Vida em abundância: ter uma vida feliz em plenitude, sem exploração, sem miséria. Com acesso ao trabalho, a saúde, educação, ao lazer ao pão de cada
dia. Onde ninguém seja explorado por ninguém e não passe necessidade de nada. Onde todos sejam iguais, onde ninguém sofra injustiças. Fazer uma relação entre o que temos, o que deveríamos ter e o que não temos
para vivênciar essa vida em abundância. E Também quem tem essa vida em abundância. Trazer a discussão para a atualidade do bairro. (O bairro tem praça, quadra esportiva, posto de saúde, creche, escola? As ruas são todas
iluminadas, há segurança? Existe programas para inserir o jovem em seu primeiro emprego, programas sociais, algum família passando fome, pai desempregado ?
Separa-se o grupo em dois subgrupos. O grupo 1 fará uma relação das coisas que nos dão condição para esse tipo de vida, montando um painel de como o vida deveria ser. O grupo 2 montará um painel de como a vida realmente é.
Na discussão juntam-se os dois grupo em plenária para encontrarem a peça que geral esse a diferença entre os painéis.
Parte Prática:
Encerrado os subgrupos se reúnem novamente. Um grupo fará um círculo e todos de mão dadas (se possível também ajoelhadas) irão fazer uma oração em baixo do prato que está além de nosso alcance. O objetivo desta oração é que o prato com o pão dessa, levite de sua posição original até o centro deste grupo para assim ter acesso ao pão. Terminada a oração o coordenado pergunta se o pão desceu. Caso o milagre não tenha ocorrido, o grupo faz mais uma oração para ver se a levitação ocorre. Ao terminar a segunda oração o grupo retorna para a sala. (obs. O grupo 2 esta acompanhado todo o desenrolada da situação).
Agora, o grupo 2 se reúne embaixo do prato com o pão. O coordenador dará a esse grupo várias lobas de meias (que representam pedras) e vassouras (que representam pau) para conseguirem derrubar o prato. Ao derrubarem o prato o
grupo volta ao seu lugar.
Em seguida o grupo 1 aponta o forma como do grupo 2 pegou o prato com o pão. O término da discussão o grupo 2 aponta a forma como o grupo 1 “teve” acesso ao pão. Os grupo apenas ouvem.
Das observação do coordenador: é preciso ação para que todos tenham acesso ao pão, se não sairmos de nossa casa e do templo Igreja para a Igreja comunidade e por nossas orações em prática de nada adianta nossa fé. Quanto
o grupo 2 também não adianta partirmos para a briga (paus e pedra) para impormos nossas vontades. Vontades essa de que todos tem vida e a tenham em abundância. Mas, preciso voltar todas nossas ações baseadas nos ensinamentos de Cristo, partimos do Divino. A pedra e pau que derruba o prato é mesma que suja o pão, e quebraria o prato se fosse de vidro, e que também poderia machucar alguém. Também não adianta que somente um grupo tenha acesso ao pão, é necessário que todos os outros grupos (raças, credos, etc etc) também tenham esse acesso. Então o grupo tem que criar algo permanente para que assim todos possam saborear desse pão.
Em seguida alguém faz leitura do Tiago 2, 14-26
14 Que proveito há, meus irmãos se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo?
15 Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano,
16 e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso?
17 Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma.
18 Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
19 Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem.
20 Mas queres saber, ó homem insensato, que a fé sem as obras é inútil?
21 Porventura não foi pelas obras que nosso pai Abraão foi justificado quando ofereceu sobre o altar seu filho Isaque?
22 Vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.
23 E se cumpriu a escritura que diz: E creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça, e foi chamado amigo de Deus.
24 Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado, e não somente pela fé.
25 E de igual modo não foi a meretriz Raabe também justificada pelas obras, quando acolheu os espias, e os fez sair por outro caminho?
26 Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.
Após a leitura os dois grupo se reúnem para criar um mecanismo que, dentro da leitura de Tiago e das ações tomadas pelo grupos 1 e 2, possibilite pão para todos.
Lembrando-se que ninguém pode usar nenhuma cadeira, porque a cadeira já tem dono. O terminarem o coordenador pergunta se o sistema criado possibilita que todos possam ter acesso. Se um aborígine descobrir que o Grupo de Jovens descobriu uma forma em que todos tenham acesso ao alimento e venham participar do banquete, será possível também a eles terem acesso. Lembre-se que ninguém entende os aborígines, portanto ninguém poderá dizer: é assim e assado, pega esse e põe nas consta e este paga, ou pega esse pau e empurra.. É preciso algo fixo, uma ponte fixa. É possível se criar essa ponte?
Ao terminarem cada um comenta o que entendeu da reunião de hoje, e de nosso papel como pessoal e como Grupo de Jovens.
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25. SOMOS CRIAÇÃO DE DEUS E SOFREMOS INFLUÊNCIA DO MUNDO.
Duração: 30 min.
Material: papel e lápis suficiente para todos os participantes
.
Sentado em círculo, cada um recebe uma folha e um lápis; escreve o nome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser boneco de “palitinhos” ou com detalhes) deixar uns 2 a 3 minutos, incentivar os preguiçosos e os tímidos. Observar o desenho: ele está pronto, mais ou menos, o que vc gostaria de fazer?
Passar o desenho ao colega do lado direito, pedir que acrescente uma coisa ao desenho, passar novamente para a direita, repetir o processo até chagar novamente em suas mãos.
Observar o que foi acrescentado. Observar como podemos mudar, ser influenciado por valores externos, por outras pessoas e pelos meios de comunicação. Será que estamos realmente prontos? Será que temos convicção de
nossa fé e sobre nossa responsabilidade de construirmos aqui o Reino de Deus. Estamos moldados mais voltados a Deus ou voltados os homens.
O que você acha que foi modificado no desenho que pode ajudar positivamente e negativamente.
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26. SER IGREJA/GRUPO DE JOVENS
Duração: aprox. 15 min
Material: 1 bola inflável para cada participante.
Entregar uma bexiga a cada adolescente/jovem e pedir pra que eles brinquem com as bolas, mas não as deixem cair.
Ir tirando, devagar, um a um do círculo, e perceber como aumenta a dificuldade dos últimos para deixar tantas bexigas no ar. Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar que a igreja/grupo de jovens está dentro de cada um, e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na igreja/grupo de jovens. A igreja/grupo
e jovens, assim como as bexigas não podem se sustentar no ar, isto é, de pé, sozinha ou com poucas pessoas, ela/ele precisa de todos nós. Cada um de nós é responsável pelo andamento da Igreja/Grupo de Jovens. Lembrando sempre que ambos são corpo de Cristo.
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27. LIXO CONTRA MEIO AMBIENTE
- Participantes: Em torno de 20 pessoas .
- Tempo Estimado: 20 min .
- Modalidade: Meio Ambiente .
- Objetivo: Desenvolver uma preocupação de preservação do meio ambiente que vivemos e se preocupar com as pessoas que vivem em locais críticos como próximo de córregos e rios .
- Material: Um salão ou o próprio local fechado onde o grupo se reúne, vassouras de acordo c/ o número de participantes, pazinhas de lixo, 4 baldes pequenos com saco de lixo, bastante papel picado e sujeira de acordo com que você ache conveniente para jogar no salão, bancos e/ou cadeiras e um barbante um pouco maior que a largura da sala onde se aplicará a dinâmica .
- Descrição: Antes que o pessoal entre no salão, forme um espaço grande retangular dentro do salão com as cadeiras e/ou bancos . Espalhe o lixo de forma que todo o espaço que você formou tenha este lixo . Pegue os baldes e
espalhe pelo salão, preferencialmente debaixo das cadeiras e/ou bancos de maneira que não fique muito oculto . Espalhe as vassouras e pazinhas de lixo próximo do local . Divida o espaço em dois com o barbante . Verificando que
o local está uma verdadeira sujeira, convida-os para oração inicial dentro do espaço com o lixo . Eles certamente não se sentirão à vontade mas faça a oração inicial mesmo assim . Logo depois o ANIMADOR explica que teremos uma
dinâmica com dois times ( sugestão: pode ser moças contra os rapazes ), cada time deverá se livrar da sujeira antes do outro, aquele time que terminar de limpar antes será o vencedor . Enquanto eles estiverem limpando você escolhe
duas pessoas ( OS BAGUNÇADORES ) de cada time para bagunçar e sujar a área do adversário, peça para espalhar a sujeira do outro, pegar o lixo que estiver no balde e espalhar novamente, fazendo com quê a turma empurre o
lixo para a área do time adversário . Após um 15 minutos peça para todos pararem e sentarem ( inclusive os BAGUNÇADORES ) e inicie os questionamentos
.
Possíveis questionamentos:
- Será que realmente nos preocupamos em zelar pelo nosso meio ambiente ?
- Será que sempre tentamos nos livrar das sujeiras em frente da nossa casa empurrando o lixo para frente da calçada do vizinho, como hoje estávamos jogando o lixo na área do outro time ?
- Será que ao se livrarmos dos nossos lixos nós se preocupamos em não deixar as águas das chuvas levar esses lixos para bueiros, córregos, rios etc provocando enchentes e inundações nas casas das pessoas que moram em locais críticos ?
- Será que ao atirarmos um saco de lixo em terrenos baldios nós se preocupamos com os moradores ao redor que ficam expostos à proliferação de insetos e ratos, causando doenças à seus familiares ?
- Será que quando chupamos uma bala, uma pastilha, um sorvete etc nos preocupamos em jogar a embalagem no lixo ou desistimos rapidamente de achar um lixo e jogamos a embalagem no chão ?
- Será que Deus fica contente ao saber que nós, ao viajarmos pelas estradas, ficamos atirando todo tipo de lixo e até bitucas de cigarros que provocam incêndios no nosso mundo que Ele criou ?
- Que tal ao vermos um de nossos amigos jogando a embalagem de bala no chão, chamássemos a atenção dele para guardar aquela embalagem no bolso até encontrar uma lixeira ? Imagine se ele habitua-se a fazer isso e passar esse
pensamentos aos conhecidos dele !
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28. CONDUTOR CEGO
Objetivo: Trabalhar a comunicação entre os membros dos grupos, estimular pessoas que falem pouco e pessoas ouvem pouco a participarem e contribuírem mais.
Material: Algumas cadeiras de rodas (uma por dupla) alguns obstáculos (mesas, cadeiras, panos molhados, vasos de planta, etc).
Preparação: Quem estiver assessorando os trabalhos deve tentar identificar ou o grupo pode identificar as pessoas que tenham dificuldades para expressar suas opiniões e pessoas que tenham dificuldade em ouvir as opiniões dos
demais membros do grupo.
É preciso criar um caminho com início e final, várias altenativas de caminho (não criar um curral) e espalhar os obstáculos, podemos criar um competição (ver qual dupla chega primeiro ou espalhar objetos para que sejam
recolhidos e contados ao final)
Tempo: 10 min mais avaliação
Procedimento: "aqueles que falam pouco" devem ficar sentados nas cadeiras e com pés e mão atados, "os que ouvem pouco" devem estar vendados e devem ser girados antes de assumirem a condução da cadeira. Depois reunir todos e avaliar a atuação de cada um.
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29. COMO EU ME VEJO E COMO VOCÊS ME VÊEM
Objetivo: Comparar como as pessoas se vêem e como são vistas pelas outras pessoas do grupo
Material: papel, lápis e borracha.
Tempo: Meia hora
Procedimento: Cada membro deve ter duas folhas de papel, uma para que ele se descreva e outra para que os demais o descrevam, depois cada membro deve fazer seus "retratos" e compará-los Reflexão: Será que sou o que pareço ser? Será que sou o que quero ser?
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30. OLÁ, COMO VAI?
Público e Contexto: Grupos em nucleação, encontros, retiros, com pessoas que não se conhecem.
Objetivo: "quebrar o gelo"
Material: nenhum
Tempo: 1 hora (dependendo do número de pessoas é possível dividir em grupos e cada grupo realizar a sua dinâmica)
Procedimento: Formar um círculo, com todos os participantes, pedir que cada um e apresente e procure conversar alguns minutos com a pessoa a sua esquerda e a sua direita. Pedir que todos mudem de posição aleatoriamente e
pedir que após a mudança novamente se apresentem e conversem um pouco e falem sobre as duas pessoas com quem falaram antes. Depois cada membro fala em plenário, em no máximo 3 minutos, se apresenta e fala sobre as 4 pessoas às quais se apresentou.
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31. RODA VIVA
Objetivos:
1- Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa.
2-Envolver a todos do grupo no debate.
3-Falar sobre o que cada um sabe a respeito de um assunto.
4-Saber expor e ouvir.
Passos:
1- Fazer dois círculos, um de frente para o outro, de pé.
2- O círculo de dentro fica parado no lugar inicial e o círculo de fora gira para a esquerda, a cada sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo.
3- Cada dupla fala sobre o assunto colocado para reflexão, durante dois minutos, sendo um minuto para cada pessoa.
4- O Círculo de Fora vai girando até chegar no par inicial.
5- Depois deste trabalho, realiza-se um plenário, onde as pessoas apresentam conclusões, tiram dúvidas, complementam idéias.
6- Complementação do assunto pelo coordenador.
Observações:
1- O assunto deve ser preparado pelo coordenador, com antecedência.
2- Os participantes do grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobre o assunto.
Avaliação:
- O que descobrimos sobre o assunto?
- Como nos sentimos durante a dinâmica?
- O que foi positivo?
- Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?
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32. JURI SIMULADO
Objetivos:
1- Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição.
2- Exercitar a expressão e o raciocínio.
3- Desenvolver o senso crítico:
Participantes: (Funções)
Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.
Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.
Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação.
Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais.
Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou inocente, definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituido por número impar:(3, 5 ou 7)
Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o juri, acompanham em silêncio.
Passos:
1- Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada.
2- Orientação para os participantes.
3- Preparação para o júri.
4- Juiz abre a sessão.
5- Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta).
6- Advogado de defesa, defende o réu ou a ré.
7- Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.
8- Intervenção de testemunhas, uma de acusação.
9- Advogado de defesa, retoma a defesa.
10- Intervenção da testemunha de defesa.
11- Jurados decidem a sentença, junto com o juiz.
12- O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom, o que faltou.
13- Leitura e justificativa da sentença pelo juiz.
Avaliação:
- Que proveito tiramos da dinâmica?
- O que mais nos agradou?
- Como nos sentimos?
- O que podemos melhorar?
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33. ESTUDO DO MEIO
Objetivos
1- Entrar em contato com a realidade, através de seus múltiplos aspectos, de
maneira objetiva, ordenada e positiva.
2- Descobrir aspectos particulares do meio, através de pesquisa e reflexão.
3- Compreender as causas de muitos fatos da vida individual e social.
4- Sensibilizar para o dever de prestar serviço à comunidade.
5- Incentivar o exercício da cidadania responsável.
Passos
1- Planejamento:
- Como conhecer nossa comunidade?
a) Descobrindo a necessidades, os interesses, os problemas, as aspirações,
as possibilidades, os hábitos, os costumes, como as pessoas se relacionam,
os recursos que a comunidade oferece, etc...
b) Para descobrir será necessário fazer visitas, observar, entrevistas,
dialogar, levantar dados.
Observação:
- Planejar roteiros de visitas, entrevistas, observações, levantamentos.
- Formar grupos
- Fazer cronograma para realização das tarefas.
- Distribuir as tarefas.
2- Execução/VER
- Realização das tarefas pelos grupos.
3- Apresentação
- Grupos apresentam resultados das entrevistas, observações, levantamentos,
etc.
4- Análise/Julgar
a) confrontar os dados com a proposta de Jesus Cristo.
b) Verificar o que não está de acordo.
5- Ação
a) Discutir sobre o que precisa ser feito para melhorar o meio.
b) Ver os recursos disponíveis
c) Projetar a ação ou ações necessárias.
6- Celebrar
- Preparar para iniciar a ação.
7- Realizar o projeto
8- Avaliar e celebrar os resultados.
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34. PAINEL
- Reunião de várias pessoas que estudaram um assunto e vão expor suas idéias sobre ele, diante de um auditório, de maneira dialogada.
Objetivos
1- Conhecer melhor um assunto.
2- Tornar mais compreensivo o estudo de um tema que tenha deixado dúvidas.
3- Apropriar-se de um conhecimento, com a ajuda de várias pessoas.
Coordenador
- Coordenador do grupo com os componentes do painel organizam um roteiro de perguntas que cubra todo o tema em pauta.
- Coordenador abre o painel, apresenta os componentes do painel. Seu papel é lançar perguntas para que os componentes do painel, discutam sobre elas.
- Convida também o grupo (demais participantes do grupo) para participar, lançando perguntas de seus interesses ao final do tempo previsto, faz uma síntese dos trabalhos e encerra o painel.
Componentes do painel
- Podem ser de 3 a 6. Podem ser membros do grupo que queriam estudar (preparar) o assunto, ou pessoas convidadas. Sua função é discutir as questões propostas, primeiro pelo coordenador e, depois, as que forem
propostas pelo grupo.
Grupo (platéia)
- Membros do grupo. Acompanha a discussão com atenção e preparam questão para lançarem aos componentes do painel, para também serem discutidas.
Passos
1- Coordenador abre o painel, apresenta componentes, justifica a realização do mesmo e orienta a participação.
2- O coordenador lança perguntas, para serem discutidas, até esgotar o roteiro preparado anteriormente. Sempre que necessário, o coordenador poderá lançar outras perguntas fora do roteiro, para melhor esclarecer o assunto.
3- Ao terminar o roteiro, o coordenador pede a cada componente do painel que resuma suas idéias. Após, o coordenador pode ressaltar aspectos importantes do assunto.
4- Coordenador convida o grupo (platéia) para fazerem perguntas aos componentes do painel.
5- Quando não tiver mais perguntas, o coordenador agradece os componentes do painel e o grupo e encerra os trabalhos.
Avaliação
1- Que proveitos tiramos dessa dinâmica?
2- Como nos sentimos?
3- O que precisamos melhorar?
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35. PESQUISA
Objetvos
1- Obter conhecimentos, informações sobre problemas da realidade do lugar onde vive.
2- Desenvolver o senso crítico sobre a realidade
3- Obter vários informes em pouco tempo.
Passos
1- Preparar um retórico de pesquisa, uma série de perguntas sobre algum aspecto da comunidade (educação, religião, política, desemprego, violência, etc)
2- Dividir o grupo em pequenos grupos. Cada pequeno grupo recebe uma cópia do roteiro da pesquisa, o qual deverá ser respondido durante a semana, através de entrevistas, jornais, revistas, TV, observações da realidade,
fotografias, etc.
3- Equipe de Coordenação recolhe as respostas e prepara uma síntese, aproveitando ao máximo, os resultados trazidos pelos pequenos grupos.
4- Na reunião seguinte, apresenta a síntese para o grupo e abre-se um debate, enriquecendo-o com fatos e acontecimentos do lugar, coma finalidade de:
a) descobrir as causas dos problemas e pistas de solução.
Avaliação:
1- Que proveito nos trouxe o exercício?
2- Como nos sentimos depois de fazê-lo?
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36. FOTO-LINGUAGEM
Objetivos :
1- Estimular a observação, a participação e o debate dos componentes de um grupo.
2- Ampliar a visão da realidade
3- Confrontar o projeto social com o projeto de Deus
4- Interpretar fotos
Passos:
1- Selecionar fotos que expressem a realidade (de revistas ou jornais)
2- Preparar um mural com fotos que representem cenas de certas situações da vida.
3- Incentivar o grupo a observar as fotos.
4- Após observações colher as impressões do grupo.
5- Pedir a cada um que justifique as impressões sobre as fotos ou mural de fotos.
6- Confrontar o contido nas fotos com a realidade estimulando um debate sobre a mesma; através de perguntas como:
- Existem cenas semelhantes perto de nós?
- Por que isso está acontecendo?
- O que nós temos a ver com tal realidade?
- Qual é o apoio de Deus presente em cada situação?
7- Destacar atitudes não evangélicas e atitudes evangélicas nas fotos que observamos ou na realidade onde vivemos.
8- Pesquisar textos bíblicos que direta ou indeiretamente se refira aos fatos.
9- Levantar propostas do que é possível fazer para mudar situações contrárias ao projeto de Deus.
Avaliação
1- Que proveito nos trouxe esta dinâmica (estudo/reflexão)?
2- Qual etapa (parte) que mais nos agradaram?
3- O que descobrimos?
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37. GRUPO DE VERBALIZAÇÃO X GRUPO DE OBSERVAÇÃO (GV-GO)
Objetivos
1- Desenvolver a capacidade de ouvir o outro.
2- Desenvolver a capacidade de manifestar-se na vida.
3- Contribuir para a ampliação do conhecimento do outro.
4- Participar direta ou indiretamente de uma discussão.
5- Exercitar a elaboração de síntese.
Passos
1- Dividir a turma em dois sub-grupos, que formarão dois círculos. O círculo interno será o da verbalização, que tem como tarefa, a discussão de um tema proposto. O círculo externo será o de observação. À ele cabe a tarefa de
observar o processo de discussão e o conteúdo da mesma.
2- o Coordenador lança uma pergunta sobre o tema (capaz de provocar uma discussão). Somente o grupo interno poderá responder, discutindo o assunto.
3- Durante a dicussão, o grupo de observação, apenas registra idéias esquecidas pelo grupo de verbalização, anota dúvidas, e outros pontos que gostariam de falar.
4- Após 10 minutos de discussão, inverter os grupos.
5- Coordenador formula a mesma questão ou outra para que o grupo, de observação agora na posição de verbalização, possa expressar idéias, completar idéias do grupo anterior, exemplificar, etc.
6- Após 10 minutos formar uma grande círculo:
a) Fazer uma síntese dos pontos discutidos;
b) Tirar dúvidas;
c) fazer uma avaliação.
Observação:
- É responsabilidade do coordenador cuidar de:
1- Formular bem as perguntas;
2- Ficar atento para que todos participem;
3- fazer com que o grupo de verbalização se expresse de maneira clara para que todos possam ouvir suas opiniões;
4- fazer com que o grupo de observação fique absolutamente calado durante a discussão do grupo de dentro;
5- Marcar o tempo e determinar a troca de posições;
6- Abrir o debate final no grupão;
7- Fazer a síntese final da discussão.